Apocalipse
Os quatro cavaleiros do Apocalipse, Albrecht Durer, 1471/1528"Ó meu castelo, minha Saxe,meu bosque de salgueiros.As tardes, as manhãs,os dias..." Rimbaud
Os quatro cavaleiros do Apocalipse, Albrecht Durer, 1471/1528
Bebo por uma taça de cristal um amargo doce álcool, doce veneno,doce veneno. Havia uma frase... as leituras, muitas ao longo do tempo, dão-nos ready made pequenos aforismos dos quais perdemos o autor, mas que traduzem na perfeição diferentes sentimentos, hoje baila-me esta na cabeça: "Amo tanto aquilo que me destrói como o que me assegura a felicidade" Quem o terá dito? Não faço a mínima.Fica a ideia. Ajusta-se.
Aproveito para agradecer à sininho o Prémio blog solidário e, como sempre fico ostra, em termos de nomeações.é que não sei mesmo, embora o nome que me salta é o do legível, ser solidário aqui, c'est lui!
Lisboa em 1983, Cais do Sodré, partida dos barcos para Almada.